Qual foi o primeiro vídeo publicado no YouTube? Confira
O primeiro vídeo do YouTube, intitulado “Me at the zoo”, foi publicado em 23 de abril de 2005 e marca o nascimento oficial da plataforma que revolucionou o consumo de conteúdo audiovisual na internet. Nessa gravação de apenas 19 segundos, o cofundador Jawed Karim aparece em frente ao recinto de elefantes do San Diego Zoo, comentando de forma simples e casual sobre o tamanho dos troncos dos animais, filmado por seu amigo Yakov Lapitsky.
Origem do YouTube
A origem do YouTube é inusitada e remonta a 2004, quando Karim, Steve Chen e Chad Hurley, ex-funcionários do PayPal, identificaram a dificuldade de encontrar vídeos de eventos virais como o incidente do Super Bowl com Janet Jackson ou o tsunami no Oceano Índico. Inicialmente concebido como um site de namoro em vídeo similar ao Hot or Not, o projeto pivotou para uma plataforma aberta a qualquer tipo de upload após fracassos iniciais na atração de participantes. Com financiamento de capital de risco, o domínio youtube.com foi ativado em fevereiro de 2005, e o modesto escritório em San Mateo, na Califórnia, serviu de base para o lançamento que mudaria a cultura digital.
Apesar de não ser o mais visualizado da história da plataforma, “Me at the zoo” acumula mais de 380 milhões de visualizações até janeiro de 2026, com milhões de comentários que celebram seu impacto histórico. O San Diego Zoo ostenta o comentário mais curtido, com 4.4 milhões de likes, expressando orgulho por fazer parte desse marco.
Após o upload, Jawed Karim optou por não se envolver full-time na empresa, priorizando seus estudos de ciência da computação na Stanford University como consultor, o que lhe rendeu uma fatia menor das ações, ainda assim valiosa, avaliada em cerca de 64 milhões de dólares na venda para o Google em 2006. Ele fundou um fundo de investimentos que apostou em sucessos como Airbnb, Reddit e Eventbrite, mantendo um perfil discreto e rico. Karim usou a descrição do vídeo para criticar o YouTube ao longo dos anos, como em 2013 contra a obrigatoriedade do Google+ e em 2021 contra a remoção dos dislikes, embora hoje ela contenha apenas timestamps simples.
Fonte: Nerdist



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